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Luta por lugares no plantel: Running Back

Devido à pouca atividade nos relvados até ao início do estágio de pré-temporada, continuamos a fazer uma análise à luta pelos vários lugares no plantel, com as previsões elaboradas pela equipa de redação dos New England Patriots, do patriots.com. Hoje analisamos os running backs.

Certezas: Dion Lewis, James White e Brandon Bolden.

Em risco: LeGarrette Blount, Donald Brown e James Develin.

Hipóteses remotas: D.J. Foster, Tyler Gaffney e Joey Iosefa.

Análise: Deseja-se principalmente que não seja uma repetição do ano passado, quando as lesões acabaram prematuramente com a época de três pedras basilares. Assim, o fullback James Develin lesionou-se no jogo de

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preparação frente ao Carolina Panthers e falhou toda a época; o tailback Dion Lewis, lesionado no encontro frente ao Washington Redskins, na oitava jornada, quando rasgou o ligamento cruzado no joelho, não jogou mais, e no mês seguinte foi a vez de LeGarrette Blount ver a sua temporada acabar antes do que estava previsto.

Estas ausências resultaram num ground game algo débil na ponta final da época e depois nos play-offs. Como tal, o regresso destes três jogadores deverá trazer o equilíbrio desejado às jogadas de ataque da equipa.

A recuperação de lesões é sempre uma incógnita e por isso não será de estranhar se a equipa técnica dos Patriots acrescentar mais um veterano até ao início da pré-temporada.

Dion Lewis (5 pés e 8 polegadas de altura, 195 libras de peso, 1,73 m de altura, 89 quilos de peso), que tem um arranque explosivo, será titular se estiver bem fisicamente. A sua presença nas sessões das OTA é motivo para otimismo e esperar que esteja no plantel quando começarem os jogos oficiais. 

As lesões do ano passado criaram algum espaço para James White (5-10, 205, 1.78 m, 93 quilos), que respondeu com excelentes desempenhos durante a segunda parte da época, tendo registado 40 recepções e quatro touchdowns, para além de várias jogadas impressionantes.

Brandon Bolden (5-11, 220, 1,80 m, 100 quilos) destaca-se pela sua versatilidade, pois alterna entre a titularidade e a presença nos special teams.

LeGarrette Blount (6 pés, 250, 1,83 m, 114 quilos) acabou a temporada de 2015 na IR, mas mesmo assim foi convidado a renovar contrato. Embora não tenha estado em campo na primavera, é considerado o principal candidato ao lugar de big back por se tratar do tipo de jogador que ajusta a desgastar a defesa adversária. É considerado o complemento ideal para Lewis, um arranca com velocidade, o outro com força.  

Entre os restantes, Donald Brown (5-10, 207, 1, 78 m, 94 quilos) chegou a custo zero, free-agent, e na primavera foi visto com frequência nas jogadas que pediam receções aos running backs, mas para poder conquistar um lugar terá também de mostrar trabalho em corrida com a bola.

James Develin (6-3, 255, 1, 90 m, 116 quilos) está recuperado da perna que partiu e é um dos favoritos da equipa técnica pois desempenha vários papéis, destacando-se na capacidade para bloquear. Mas, todos os anos é obrigado a lutar pelo lugar, e 2016 não será exceção.

Joey Iosefa (6 pés, 245, 1,83m, 111 quilos) teve um jogo em que brilhou o ano passado, mas passou quase todo o tempo na practice squad, a reserva disponível, situação semelhante à de Tyler Gaffney (6 pés, 220, 1,83 m, 100 quilos), pois os dois chegaram a ser dispensados durante este defeso.

Sobre D.J. Foster (6 pés, 195, 1,83 m, 89 quilos), um calouro ignorado no draft, sabe-se que é um jogador versátil, já que a nível universitário atuou a running back e também a receiver, pelo que poderá no mínimo conseguir um lugar na practice squad. 

Dion Lewis reconhece que foi preciso trabalhar muito para recuperar

Na zona mista, depois de concluído um dos treinos nos OTAs, o running back Dion Lewis indicou que "foi preciso muito trabalho, muito trabalho" para recuperar da grave lesão no joelho.

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Quando lhe perguntaram como é tem feito a recuperação, Lewis revelou que se limita a "escutar o que os preparadores físicos me dizem, todos os dias é algo diferente, por isso faço o que eles pensam ser melhor, faço o que me dizem." 

Estar ausente dos campos "foi extremamente difícil" porque Dion Lewis adora este jogo e como tal "quando não posso jogar, magoa. Por isso trabalho o mais possível e espero que as coisas sejam diferentes este ano." 

Embora esteja entusiasmado por estar de regresso aos relvados, o explosivo running back reconhece que ainda tem muito trabalho pela frente antes de poder recuperar a boa forma. 

"Estou satisfeito por regressar, mas ainda há um caminho longo a percorrer até chegar onde queremos," explicou Lewis. "Temos expectativas elevadas, mas desde que todos venham trabalhar e trabalhem duro, podemos fazer umas coisas. Mas, ainda falta muito tempo até começarem os jogos." 

Em relação ao que terá de fazer até começar a temporada, respondeu que será o que os preparadores físicos "me disserem, o que vou fazer para recuperar é o que os preparadores físicos me disserem, o que for melhor para a equipa, o que eles pensarem que me vai ajudar a ajudar a equipa. Para que o meu joelho fique melhor, mais rápido, vou fazer o que a equipa pensar que preciso de fazer."

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