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Ataque dos Patriots está mais bem preparado para poder ganhar em Denver

Para Tom Brady, nesse tipo de situações, David Andrewstem feito "um excelente trabalho. Ele tem feito um excelente trabalho. Ele tem sido tão consistente e alguém de quem podemos depender nas suas chamadas e no controle da linha de scrimmage. Ele teve feito uma temporada incrível."

"Sim, o David [Andrews] faz um bom trabalho com isso," concordou Bill Belichick. "O David tem muita experiência [a jogar] naquela posição. Ele tem jogado a center desde a escola secundária. O público é muito barulhento na SEC [conferência onde Andrews jogou a nível universitário], pelo que lidar com isso, bem as nossas cadências são um pouco – são únicas para nós, mas o conceito é o mesmo, tentar mantê-los em desequilíbrio e ter uma maneira de fazer a mesma coisa, mas de duas ou três formas diferentes, não fazer o mesmo todas as vezes, o momento escolhido é o mesmo. É um aspeto muito importante e ninguém fala nisso."

Para Bill Belichick a evolução da linha ofensiva tem sido um dos aspetos de maior destaque na temporada em curso, especialmente por se tratar de um grupo com bastantes jovens.

"Para oShaq [Mason] e o David [Andrews] o segundo ano é sempre, geralmente é sempre um ano de crescimento. Só o ter esse ano de experiência de todos os aspetos do football, dos treinos, da preparação, saber o que podem esperar da outra equipa, conhecer um pouco melhor aquilo que fazemos, realmente tudo isso," indicou Bill Belichick.

"No caso do [rookie] Joe [Thuney], simplesmente familiarizar-se com o nosso ataque. Tem jogado obviamente com o Nate [Solder] e o David, que está no seu segundo ano, mas ele tem alguns jogadores experientes, com quem eu sei que ele também está a trabalhar. Eu penso que a coordenação geral do grupo e o funcionamento coletivo do grupo, o trabalhar juntos, a comunicação em conjunto, ver as coisas, aquela reação numa fração de segundo pode fazer toda a diferença no mundo."

É PRECISO NEUTRALIZAR VON MILLER

No último jogo em Janeiro, Von Miller foi um autêntico diabo à solta. Bill Belichick reconhece que vai ser um dos grandes obstáculos no domingo.

"Ele [Von Miller] é mesmo bom," confessou Belichick. "Ele é um jogador muito difícil de bloquear. Ele pode fazer muitas coisas. Ele é explosivo, é veloz, rápido, pode jogar com potência. Mesmo quando está a ser bloqueado, não permanece bloqueado. Ele tem a habilidade para se separar, é instintivo, é rápido a arrancar, sair, a antecipar jogadas, screens, jogadas de mudança de direção, e coisas do género que tu pensarias que iriam abrandar-lhe o ritmo. Ele vê, reage muito rapidamente. Ele é um jogador extraordinário."

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Os Patriots esperam que Nate Solder, que esteve ausente devido a lesão em Janeiro, mas que conhece muito bem Von Miller, consiga ajudar a neutralizar, pelo menos parcialmente, os estragos provocados pelo pass rusher de Denver.

Bill Belichick começou por dizer que conhecer as características e tendências do adversário ajuda a defender, mas de imediato deixou bem claro que Miller está numa categoria à parte.

"Não me parece que haja algum lineman que esteja sentado a dizer 'ai que bom. Temos o Von Miller esta semana. Esta semana vai ser um momento de descanso'. Ninguém diz isso. Não importa quantas vezes jogaste contra ele, terás sempre que lidar com a sua velocidade, a sua rapidez, a sua vantagem, a sua contra ofensiva," disse Bill Belichick.

Portanto, torna-se aparente que Nate Solder sozinho não vai conseguir neutralizar Miller, será necessário um esforço coletivo.

"É um desafio para quem o estiver a bloquear, e não tens o dia inteiro," explicou Bill Belichick. "Os receivers *não têm o dia todo para conseguirem ficar desmarcados. Eles precisam de ajudar na proteção criando separação na rota. O *quarterback não pode segurar a bola todo o dia. Terá que encontrar alguém e fazer o passe. Vamos precisar de uma boa execução coletiva. Tu não podes – mesmo que ele seja bloqueado isso não resolve o resto do problema em termos da necessidade de encontrar alguém solto de marcação."

Seja como for, o certo é que esta equipa dos Patriots está numa melhor situação para poder sair de Denver com mais uma vitória. A preparação continua e a derrota de Janeiro até pode servir de lição para encontrar o melhor caminho para o triunfo.

A concluir, Tom Brady admitiu que a derrota de Janeiro continua fresca na sua memória.

"Eu penso que tu te lembras sempre daqueles sentimentos e lembras-te das circunstâncias do jogo," confessou Brady. "É claro que vou ver o [filme] do jogo novamente – eu já o vi muitas vezes depois de terminada a temporada – mas ao vê-lo novamente, é para tentar fazer as coisas melhor do que o que fizemos. Se quiseres um resultado diferente, então terás que fazer as coisas de forma diferente e temos que jogar melhor. Penso que se resume a isso. Eu penso sobre as coisas que eu preciso de fazer melhor. Nós estivemos perto, mas estar perto não é suficientemente bom quando se joga na NFL. Tens de ser capaz de completar a tarefa e acabar o teu trabalho."

Tom Brady constantemente pressionado, com uma linha ofensiva impotente para suster as pressões constantes do adversário, num jogo unidimensional, são as imagens da final da AFC que decerto ainda estão retidas na memória, tanto de adeptos como jogadores dos Patriots.

Não obstante todos os problemas que o ataque dos Patriots enfrentou naquele dia, o certo é que o jogo só ficou decidido a escassos segundos do fim. Recorde-se que o ataque dos Patriots recebeu a bola a 1:52 do apito final, com a equipa a perder 20-12, e foi avançando gradualmente no terreno. Com 17 segundos por jogar, numa quarta descida, Rob Gronkowski fez uma receção espetacular e reduziu a desvantagem. Mas como Stephen Gostkowski falhara o ponto extra no primeiro touchdown, o seu primeiro falhanço depois de 524 conversões consecutivas, os Patriots foram obrigados a tentar a conversão de dois pontos.

O passe, destinado a Gronkowski, foi desviado e caiu no relvado, atirando assim ao chão as hipóteses de prolongamento e assegurando a derrota dos Patriots.

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Para Tom Brady foi um dia terrível, pois completou apenas 27 de 56 passes, com duas interceções, resultando num passer rating de 56,4.

O jogo terrestre não funcionou, conseguindo apenas 44 jardas em 17 transportes, com Brandon Bolden a acumular 12 jardas em cinco transportes,James White 11 em 5 e Stephen Jackson 8 em 4 transportes.

De notar que tanto LeGarrette Blount como Dion Lewis estiveram ausentes por lesão.

Com a passagem do tempo, com a equipa em desvantagem, os Patriots tornaram-se uma formação unidimensional, obrigando Tom Brady a tentar ganhar o jogo através do passe. E isso permitiu ao pass rush dos Broncos, um dos mais potentes da NLF, atacar Tom Brady em todas as jogadas pois não havia jogo terrestre para preocupar.

 Das 75 jogadas que o ataque dos Patriots ensaiou, 41 envolveram ou um* sack*, ou batida em Tom Brady ou ainda pressão eminente. Portanto em mais de metade das jogadas Tom Brady teve alguém na sua cara sempre que recebeu a bola para tentar completar um passe.

 O linebacker Von Miller foi um monstro, com 2½ sacks e uma interceção, DeMarcus Ware, Derek Wolfe e Malik Jackson não deram um minuto de descanso à linha ofensiva que tentou, mas não conseguiu minimamente proteger Tom Brady.

As lesões, algo que os Patriots nunca usam como desculpa, foram obviamente um grande problema. Já vimos que Dion Lewis e LeGarrette Blount não estiveram presentes. Os únicos receivers com receções foram Rob Gronkowski,Julian EdelmaneDanny Amendola.

Na linha ofensiva, faltou Nate Solder, e os jovens sentiram grandes dificuldades devido ao barulho ensurdecedor dentro do estádio, algo que obrigou Tom Brady a utilizar uma contagem silenciosa.

Mas, este ano tudo é diferente. Para além de Lewis e Blount, há Chris Hogan, Malcolm Mitchell, Martellus Bennett para minimizar a falta de Rob Gronkowski,Nate Solder e uma linha ofensiva em boa forma, com os mesmos titulares em sete jogos consecutivos.

OS PROBLEMAS EM DENVER

Independentemente destes reforços, o certo é que com Tom Bradyos Patriots só conseguiram vencer dois dos sete jogos disputados no Mile High Stadium.

 "Eu penso que eles têm tido equipas muito boas," respondeu Tom Brady quando lhe perguntaram porque sentia tantas dificuldades sempre que jogava em Denver. "Mais [importante] do que o lugar onde se joga, é a maneira como se joga. Eu já disse isso hoje, que só precisamos de jogar melhor do que temos feito quando lá temos jogado. É um ótimo lugar para jogar. Eles têm fãs tremendos. O treinador [Bill Belichick] disse que esgotaram a lotação de todos os jogos nos últimos 45 anos, ou algo assim. Definitivamente é um dos lugares mais ruidosos, por isso a nossa comunicação vai ser realmente importante.

"O número 58 [Von Miller] do outro lado da bola é muitíssimo mais perigoso e o 94 [DeMarcus Ware] do que as pessoas que estão na multidão, por isso nós vamos ter que fazer um bom trabalho a lidar com todos os jogadores da frente deles. Eles têm um grupo tremendo no rush. Eles têm um excelente grupo a fazer cobertura. Eles são excecionais em muitos aspetos e já são assim há muito tempo, por isso vai ser um grande desafio para nós."

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Uma das principais diferenças em relação a épocas anteriores é a existência nesta equipa dos Patriots de um jogo terrestre de grande valor, liderado por LeGarrette Blount.

"É importante [o jogo terrestre], sem dúvida que é importante," reconheceu Tom Brady. "Como defendem o passe tão bem, penso que temos de encontrar maneiras de avançar jardas no jogo corrido. Temos feito um trabalho muito bom nisso este ano. O LG [LeGarrette Blount] está a fazer uma grande temporada. O Dion [Lewis] está a ficar cada vez mais saudável todas as semanas, e o James White tem feito um ótimo trabalho para nós. Tenho imensa confiança no nosso backfield [running backs]. Vamos precisar de correr com a bola de forma muito eficaz. Eu acho que isso é importante todas as semanas, mas eles fazem um grande trabalho a impedir que tu corras com a bola e obrigam-te a fazer um jogo unidimensional, é isso que eles procuram fazer. Eles querem jogar em vantagem [no marcador], querem atingir o quarterback, e fazem um excelente trabalho nesse aspeto."

Para Bill Belichick, as principais qualidades de LeGarrette Blount são "número um segurança da bola. Número dois, durabilidade. Eu diria em termos gerais que é a capacidade para conseguir as jardas de que precisamos. Uma corrida de 2 jardas não é uma boa corrida, a não ser que tu só precises de uma. Uma corrida de quatro jardas não é uma boa corrida, a não ser que tu precises de três. Ele tem tido algumas jogadas explosivas, o que sempre ajuda a encurtar o drive, quando tu consegues avançar 15 jardas, 18 jardas. Tu não pensas necessariamente que vais avançar 15 jardas quando lhe entregas a bola. Uma boa corrida é quatro ou cinco, ou talvez seis jardas. Quando tu acabas por conseguir duas ou três vezes mais do que isso, são jardas tipo bónus, com as quais não estavas a contar…eu diria que a sua capacidade de conseguir obter as jardas de que precisamos, quando precisamos delas."

A IMPORTÂNCIA DA LINHA OFENSIVA

Portanto a missão dupla, de proteger Tom Brady e conceder-lhe o tempo necessário para completar passes e também abrir espaços para o jogo terrestre, recai sobre os ombros da linha ofensiva. Tudo começa com o center David Andrews, já que o barulho no estádio vai ser ensurdecedor e por isso Andrews tem que estar totalmente concentrado e atento para fazer o snap e entregar a bola a Tom Brady no momento certo.

Depois de reconhecer que a linha defensiva de Denver faz um bom a trabalho a ler ou adivinhar o momento em que o* snap* é feito, Tom Brady salientou que é essencial tentar manter o adversário "em desequilíbrio…pois se não conseguimos comunicar verbalmente, teremos de fazer as coisas sem ser verbalmente. Vamos ter que fazer um bom trabalho a impedir que eles arranquem cedo."

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Para Tom Brady, nesse tipo de situações, David Andrewstem feito "um excelente trabalho. Ele tem feito um excelente trabalho. Ele tem sido tão consistente e alguém de quem podemos depender nas suas chamadas e no controle da linha de scrimmage. Ele teve feito uma temporada incrível."

"Sim, o David [Andrews] faz um bom trabalho com isso," concordou Bill Belichick. "O David tem muita experiência [a jogar] naquela posição. Ele tem jogado a center desde a escola secundária. O público é muito barulhento na SEC [conferência onde Andrews jogou a nível universitário], pelo que lidar com isso, bem as nossas cadências são um pouco – são únicas para nós, mas o conceito é o mesmo, tentar mantê-los em desequilíbrio e ter uma maneira de fazer a mesma coisa, mas de duas ou três formas diferentes, não fazer o mesmo todas as vezes, o momento escolhido é o mesmo. É um aspeto muito importante e ninguém fala nisso."

Para Bill Belichick a evolução da linha ofensiva tem sido um dos aspetos de maior destaque na temporada em curso, especialmente por se tratar de um grupo com bastantes jovens.

"Para oShaq [Mason] e o David [Andrews] o segundo ano é sempre, geralmente é sempre um ano de crescimento. Só o ter esse ano de experiência de todos os aspetos do football, dos treinos, da preparação, saber o que podem esperar da outra equipa, conhecer um pouco melhor aquilo que fazemos, realmente tudo isso," indicou Bill Belichick.

"No caso do [rookie] Joe [Thuney], simplesmente familiarizar-se com o nosso ataque. Tem jogado obviamente com o Nate [Solder] e o David, que está no seu segundo ano, mas ele tem alguns jogadores experientes, com quem eu sei que ele também está a trabalhar. Eu penso que a coordenação geral do grupo e o funcionamento coletivo do grupo, o trabalhar juntos, a comunicação em conjunto, ver as coisas, aquela reação numa fração de segundo pode fazer toda a diferença no mundo."

É PRECISO NEUTRALIZAR VON MILLER

No último jogo em Janeiro, Von Miller foi um autêntico diabo à solta. Bill Belichick reconhece que vai ser um dos grandes obstáculos no domingo.

"Ele [Von Miller] é mesmo bom," confessou Belichick. "Ele é um jogador muito difícil de bloquear. Ele pode fazer muitas coisas. Ele é explosivo, é veloz, rápido, pode jogar com potência. Mesmo quando está a ser bloqueado, não permanece bloqueado. Ele tem a habilidade para se separar, é instintivo, é rápido a arrancar, sair, a antecipar jogadas, screens, jogadas de mudança de direção, e coisas do género que tu pensarias que iriam abrandar-lhe o ritmo. Ele vê, reage muito rapidamente. Ele é um jogador extraordinário."

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Os Patriots esperam que Nate Solder, que esteve ausente devido a lesão em Janeiro, mas que conhece muito bem Von Miller, consiga ajudar a neutralizar, pelo menos parcialmente, os estragos provocados pelo pass rusher de Denver.

Bill Belichick começou por dizer que conhecer as características e tendências do adversário ajuda a defender, mas de imediato deixou bem claro que Miller está numa categoria à parte.

"Não me parece que haja algum lineman que esteja sentado a dizer 'ai que bom. Temos o Von Miller esta semana. Esta semana vai ser um momento de descanso'. Ninguém diz isso. Não importa quantas vezes jogaste contra ele, terás sempre que lidar com a sua velocidade, a sua rapidez, a sua vantagem, a sua contra ofensiva," disse Bill Belichick.

Portanto, torna-se aparente que Nate Solder sozinho não vai conseguir neutralizar Miller, será necessário um esforço coletivo.

"É um desafio para quem o estiver a bloquear, e não tens o dia inteiro," explicou Bill Belichick. "Os receivers *não têm o dia todo para conseguirem ficar desmarcados. Eles precisam de ajudar na proteção criando separação na rota. O *quarterback não pode segurar a bola todo o dia. Terá que encontrar alguém e fazer o passe. Vamos precisar de uma boa execução coletiva. Tu não podes – mesmo que ele seja bloqueado isso não resolve o resto do problema em termos da necessidade de encontrar alguém solto de marcação."

Seja como for, o certo é que esta equipa dos Patriots está numa melhor situação para poder sair de Denver com mais uma vitória. A preparação continua e a derrota de Janeiro até pode servir de lição para encontrar o melhor caminho para o triunfo.

A concluir, Tom Brady admitiu que a derrota de Janeiro continua fresca na sua memória.

"Eu penso que tu te lembras sempre daqueles sentimentos e lembras-te das circunstâncias do jogo," confessou Brady. "É claro que vou ver o [filme] do jogo novamente – eu já o vi muitas vezes depois de terminada a temporada – mas ao vê-lo novamente, é para tentar fazer as coisas melhor do que o que fizemos. Se quiseres um resultado diferente, então terás que fazer as coisas de forma diferente e temos que jogar melhor. Penso que se resume a isso. Eu penso sobre as coisas que eu preciso de fazer melhor. Nós estivemos perto, mas estar perto não é suficientemente bom quando se joga na NFL. Tens de ser capaz de completar a tarefa e acabar o teu trabalho."

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